domingo, 27 de janeiro de 2013

Apple já planeja iPad 5 para outubro deste ano

Apple já planeja iPad 5 para outubro deste ano
iPad 5 pode parecer com a reprodução artística de Martin Hajek. 

Em uma postagem em seu blog, Jeremy Horwitz afirma ter conferido a carcaça de um iPad ainda não terminado. Esse seria a próxima geração do tablet da Maçã e poderia ser lançado em outubro deste ano, segundo informações confiáveis obtidas por ele.
De acordo com o blog, a peça do próximo iPad que Horwitz pôde ter em suas mãos é muito parecida com a reprodução artística criada por Martin Hajek (foto). Assim, podemos notar que os próximos tablets da Maçã vão mesmo seguir a linha de design inaugurada pelo iPad mini, lançado junto com o último iPad tradicional (4ª geração).
Mesmo mantendo as dimensões da tela em 9,7 polegadas, a Maçã deve diminuir o tamanho do tablet. Isso pode acontecer por conta da redução das bordas que acompanham o dispositivo atualmente.
O blog ainda afirma que reduções nas bordas e na espessura do tablet só serão possíveis com a tecnologia IGZO de telas da Sharp, que ainda não podem ser confirmadas. Fora isso, quanto ao poder de processamento, o novo iPad deve escolher o tamanho e eficiência energética em detrimento do poder de fogo.
Apple já planeja iPad 5 para outubro deste ano
Corpo mais esbelto e tela do mesmo tamanho (Fonte da imagem: Reprodução/Martin Hajek)

Novos iPhones

Pouca coisa foi falada, mas a atualização do iPhone 5 já é esperada por alguns. Contudo, o que se sabe até agora sobre o possível iPhone 5S é que ele deve ter um flash LED melhor. Além desse, o iPhone Math também foi mencionado — um smartphone com tela de 4,8’’ — e, segundo a fonte do blog, este é apenas um protótipo da empresa que não verá a luz do dia tão cedo.
O que muita gente espera mesmo da Apple é um iPhone de baixo custo. Assim, de acordo com o iLounge, esse aparelho seria produzido com carcaça de plástico especialmente voltada para os chineses, que têm preferido aparelhos similares aos da Apple, mas com preços menores.
Nenhuma das possíveis configurações dos aparelhos foi especificada, o que dá a entender que eles não estão perto de serem lançados.


  http://www.tecmundo.com.br/ipad/35853-apple-ja-planeja-ipad-5-para-outubro-deste-ano.htm#ixzz2JBD3SX4K

Novo padrão de vídeo com suporte para resolução Ultra HD é aprovado pela ITU

Novo padrão de vídeo com suporte para resolução Ultra HD é aprovado pela ITU
TV 4K de 84 polegadas anunciada pela LG em 2012.

A International Telecommunication Union (ITU) acaba de aprovar oficialmente a nova geração de formato de vídeo que é capaz de suportar com maior eficiência a qualidade de imagem que ficou conhecida como Ultra HD — ou simplesmente 4K.
O H.265, que também poderá ser chamado de High Efficiency Video Coding (HEVC), foi projetado tendo em vista as novas resoluções de tela que começam a surgir no mercado e promete prover uma solução flexível, confiável e robusta para os avanços das tecnologias de vídeo na próxima década.
A expectativa é que esse novo padrão viabilize o streaming de vídeos com resolução 4K, já que apresentou resultados de desempenho 67% maiores do que o seu predecessor, o formato H.264 (que está presente em cerca de 80% dos vídeos veiculados na internet, segundo o ITU).
Empresas como ATEME, Broadcom, Cyberlink, Ericsson, Fraunhofer HHI, Mitsubishi e NHK já possuem aplicações funcionais do HEVC.


  http://www.tecmundo.com.br/4k/35862-novo-padrao-de-video-com-suporte-para-resolucao-ultra-hd-e-aprovado-pela-itu.htm#ixzz2JBCj2TOs

Apple tem US$ 137 bilhões em caixa


Apple tem US$ 137 bilhões em caixa

Mesmo tendo perdido o posto de “companhia mais valiosa do mundo” – a Exxon Mobil é a nova líder –, a Apple ainda tem uma boa “gordura” para queimar nos próximos anos, caso as coisas continuem a dar errado. A empresa que em outubro do ano passado estava avaliada em US$ 622 bilhões, hoje não passa de US$ 412,7 bilhões.
Segundo uma análise publicada nesta semana pela Benzinga, a empresa liderada por Tim Cook tem em caixa hoje nada menos do que US$ 137 bilhões. Apenas a título de curiosidade, esse valor seria suficiente, por exemplo, para comprar companhias como a Visa, avaliada em US$ 106 bilhões, a Qualcomm, avaliada em US$ 110 bilhões, ou a Intel, avaliada em US$ 104 bilhões.
O valor de mercado hoje das suas principais concorrentes já é de um pouco mais da metade do valor da empresa da Maçã. A Google está avaliada em US$ 247 bilhões, a Microsoft vale US$ 233 bilhões e a Samsung tem valor de mercado estimado em US$ 230 bilhões.


  http://www.tecmundo.com.br/apple/35864-apple-tem-us-137-bilhoes-em-caixa.htm#ixzz2JBCRc3jh

Desbloquear o celular é ilegal a partir de hoje nos EUA

Desbloquear o celular é ilegal a partir de hoje nos EUA 
(Fonte da imagem: iStock)

A partir deste sábado (26) desbloquear um aparelho de celular nos Estados Unidos é uma atitude que vai contra a lei. Isso tudo graças a uma medida aprovada pelo Congresso norte-americano. Assim, se você comprou um celular vinculado a um plano de operadora, saiba que para desbloqueá-lo é preciso ter uma autorização da empresa.
Obviamente a medida não impede que os consumidores façam isso por conta própria. Entretanto, o decreto torna esse tipo de desbloqueio algo “extraoficial”, desobrigando as operadoras de fazerem isso, por exemplo, em suas lojas físicas. A lei prevê ainda que mesmo após o final do contrato o desbloqueio só pode ser feito mediante autorização.
Ainda não se sabe de que maneira essa decisão pode impactar no mercado norte-americano. Diferente do que acontece por aqui, nos Estados Unidos são as operadoras que ditam as regras sobre as fabricantes, escolhendo muitas vezes quais recursos elas querem nos aparelhos e por qual preço eles serão comercializados.
Dessa forma, caso as operadoras decidam mesmo levar a sério a decisão e comprar uma briga contra os consumidores, poderemos ter no futuro celulares cujas funções são rastreadas ou ainda desabilitadas se o proprietário tentar desbloqueá-lo ou baixar de forma ilegal conteúdo protegido por direitos autorais.


  http://www.tecmundo.com.br/celular/35867-desbloquear-o-celular-e-ilegal-a-partir-de-hoje-nos-eua.htm#ixzz2JBCBSXx8

Game brasileiro Gustavinho e o Enigma da Esfinge ganha versão para iPad

Game brasileiro Gustavinho e o Enigma da Esfinge ganha versão para iPad 
(Fonte da imagem: Reprodução/App Store)

Passados mais de 15 anos de seu lançamento em CD-ROM, Gustavinho em O Enigma da Esfinge está de volta, agora para iPad (sistema iOS), e à venda na AppStore por US$ 3,99 (o equivalente a R$ 8). A história é a mesma que levou o jogo de aventura a conquistar crianças e jovens da época e vender mais de 60 mil cópias, volume até então inédito no Brasil.
Após chamar um velho senhor de "múmia", o garoto Gustavinho é teletransportado para o Antigo Egito e o jogador precisa ajudá-lo a vencer inúmeros desafios e trazê-lo de volta para casa. A nova versão, porém, agora para o tablet da Apple, tem gráficos totalmente em 3D, sistema de conquistas e dois personagens extras, o alien Inva e a menina Fefa, disponíveis para jogar após terminar a aventura pela primeira vez.
"O Enigma da Esfinge é uma espécie de desenho animado interativo, em que a história vai se desenrolando na medida em que as crianças decifram os enigmas e desafios”, explica Ale McHaddo, fundador da produtora 44 Toons e criador de Gustavinho em O Enigma da Esfinge e de seu remake. Segundo ele, tudo foi pensado e criado para estimular o raciocínio das crianças a cada tela. Além disso, McHaddo lembra que Enigma da Esfinge é totalmente em português.
Para conferir o game, basta acessar a App Store por meio deste link.


  http://www.tecmundo.com.br/jogos/35872-game-brasileiro-gustavinho-e-o-enigma-da-esfinge-ganha-versao-para-ipad.htm#ixzz2JBBpdHDj

Hackers do Anonymous são condenados à prisão


Hackers do Anonymous são condenados à prisão 
(Fonte da imagem: Reprodução/SlashGear)

Dois hackers associados ao grupo Anonymous foram condenados à prisão nesta semana, por conta da participação em ataques DDoS aos sites da MasterCard, da Visa e do PayPal. Chistopher Weatherhead, de 22 anos, e Ashley Rhodes, de 28 anos, ambos do Reino Unido, vão passar 18 e 7 meses, respectivamente, na prisão.
Os ataques geraram milhões em prejuízos para as companhias envolvidas. Somente para o PayPal, por exemplo, o rombo foi de cerca de US$ 5,5 milhões. Os ataques DDoS foram realizados entre o período de agosto de 2010 e janeiro de 2011. Essa é a primeira condenação no país por conta de ataques dessa espécie.
Outros envolvidos no ataque, cuja participação foi menor, também foram julgados ou ainda vão a julgamento. É o caso de Peter Gibson, condenado 6 meses de prisão e Jake Birchall, cujo julgamento está marcado para o dia 1 de fevereiro. A ação ficou conhecida como “Operation Payback” e foi realizada por conta do corte do apoio das instituições ao site WikiLeaks. Meses depois, o próprio grupo Anonymous rompeu relações com o site fundado por Julian Assange.


  http://www.tecmundo.com.br/ataque-hacker/35878-hackers-do-anonymous-sao-condenados-a-prisao.htm#ixzz2JBBXckUR

Balas autoguiadas: como elas poderão mudar o rumo das guerras [Ilustração]

Balas autoguiadas: como elas poderão mudar o rumo das guerras [Ilustração] 
(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

Desde o início dos tempos, a tecnologia está presente na vida das pessoas para fazer com que as ações cotidianas fiquem muito mais simples. Veículos, métodos industriais e objetos pessoais tecnológicos tiveram melhorias no decorrer dos séculos. O mesmo se aplica aos itens militares, que vêm atingindo novos patamares com grande velocidade.
Se na Idade Média as guerras eram disputadas com espadas e catapultas, hoje é impossível que uma batalha seja vencida sem grandes blindados (os famosos “tanques de guerra”) ou armas de altíssimo alcance. E é claro que a indústria bélica não vai parar onde está atualmente, pois ainda há muito o que ser projetado e produzido para os exércitos.
E uma das grandes apostas para o futuro são as “balas” autoguiadas. Não mísseis que podem ser controlados remotamente, mas projéteis que sabem exatamente para onde devem ir — e sabem também como chegar ao local desejado sem serem interceptados. Quer saber mais sobre isso? Então confira nosso artigo sobre uma das grandes armas do futuro.

Os desafios para a criação da tecnologia

O grande desafio quando se pretende criar um tipo de equipamento bélico que possa ser autoguiado no caminho dos alvos é evitar que ele se perca nos direcionamentos. Por muitos anos, foi praticamente inimaginável realizar algo parecido com isso, pois a trajetória dos projéteis comuns é giratória, o que torna impossível redefinir um percurso — imagine a dificuldade em corrigir isso com o projétil rodando velozmente.
Por essa razão, um dos principais trunfos das “balas” autoguiadas — pelo menos das que foram criadas pela parceria entre Lockheed Martin e Forças Armadas dos Estados Unidos, as mostradas neste artigo — está na trajetória estável. O impulso é completamente gerado pelo armamento (assim como em projéteis comuns), mas o direcionamento pode ser corrigido pela própria munição.

Como funciona o projétil autoguiado?

Para entender melhor o sistema, você precisa ter em mente que estamos nos referindo a um projétil que trabalha com muitos recursos eletrônicos. Ao contrário das munições comuns, as autoguiadas possuem estruturas que não existiriam por padrão em um projétil. Isso inclui sensores ópticos, processadores e estruturas móveis que serão responsáveis pelo direcionamento.

Balas autoguiadas: como elas poderão mudar o rumo das guerras [Ilustração] 
(Fonte da imagem: Reprodução/Sandia National Labs)

Os armamentos em que as munições autoguiadas serão utilizadas contam com sistemas de mira por laser, pois é o feixe que fará com que o projétil identifique os alvos em que precisa chegar — essa identificação acontece por meio dos sensores ópticos instalados no “nariz” da “bala”. Depois que o gatilho é pressionado, tudo o que acontecer com a trajetória do projétil será comandado por ele mesmo.
Um processador de 8-bits instalado no interior da estrutura faz com que a rota seja alterada rapidamente — até 30 vezes por segundo —, garantindo que o alvo seja atingido, mesmo que esteja muito distante. Para essa alteração da rota, quatro aletas bem pequenas são movidas e interferem diretamente na aerodinâmica da munição.

Onde isso será utilizado?

Os testes realizados até agora têm sido feitos com munições de alto calibre, sendo compatíveis com metralhadoras .50 — armamentos pesados que geralmente ficam armazenados em aviões ou veículos e utilizados para causar danos a outros veículos, infantarias e aviões, por exemplo. Mas é bem possível que no futuro isso seja ampliado para outras armas, desde que alguns obstáculos sejam ultrapassados.


 
Projéteis do calibre já referido são ideais para os testes porque permitem a instalação de processadores e sensores sem muita dificuldade — são “balas” realmente grandes —, além de garantir que as aletas possuam dimensões suficientes para interferirem diretamente na trajetória da munição. Mesmo que no futuro esses componentes consigam ser menores, é difícil que armas menos potentes recebam esse tipo de munição.
Outro obstáculo que precisa ser ultrapassado é o valor gasto para a criação desse tipo de munição. Por possuir componentes eletrônicos, o custo de produção de um projétil autoguiado acaba sendo bem alto. Mas é claro que estamos falando de uma tecnologia recente e que ainda pode se tornar muito mais viável do que é atualmente.

Por que elas são importantes?

Como já dissemos, “balas autoguiadas” estão sendo desenvolvidas para que possam ser utilizadas em armamentos pesados e de alto calibre. Isso não deve ser utilizado para ataques diretos a soldados, mas sim a estruturas militares, como veículos, embarcações e aviões. Atingir os locais corretos é vital e pode garantir economia de munição, além de menos danos físicos às pessoas envolvidas.
Por isso, munições que garantam muito mais precisão podem ser realmente importantes. Mirando os projéteis em direção aos alvos por meio do feixe laser, é possível acertar objetos que estão distantes cerca de 800 metros do disparo. Uma das principais possibilidades disso está no fim do desperdício de projéteis — poucos são os tiros que realmente acertam alvos durante as guerras.
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É sabido que ainda vai demorar algum tempo até que as munições autoguiadas possam ser utilizadas em armamentos que realmente serão colocados em campos de batalha — ou seja, saindo dos campos de testes, como estão atualmente. Isso se algum dia elas vierem a se tornar reais, uma vez que o abandono da tecnologia também é uma possibilidade (isso acontece muito mais do que imaginamos).
Mesmo assim, é difícil não se impressionar com as possibilidades geradas por armamentos de alto calibre que podem disparar projéteis quase independentes em percursos de 800 metros entre arma e alvo. Certamente, ainda há muito o que ser corrigido na estrutura do projeto, mas, caso tudo isso se torne uma realidade, teremos guerras muito diferentes das que estamos acostumados.


  http://www.tecmundo.com.br/tecnologia-militar/35827-balas-autoguiadas-como-elas-poderao-mudar-o-rumo-das-guerras-ilustracao-.htm#ixzz2JBBBKhFk